terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Em vez do Retweet, o Repost
Com a devida vénia ao Vítor Dias:
"Leio no Público de hoje que Diogo Feio, deputado e Vice-Presidente do CDS, no contexto de declarações suas em defesa de uma aliança com o PSD, veio afirmar que o PCP «continua na mesma política de sempre - não apresenta uma proposta e está sempre contra as propostas apresentadas». É certo que já vem de longe este bolorento truque de não se gostar das propostas de outros mas preferir dizer que não existem. Mas, ainda assim, nada desculpa a visceral desonestidade deste Diogo (se não gosta, não coma!) que, por esta infame via, está mesmo a pedir chuva. De facto, para ilustração geral, e sem contar com propostas de alteração ao Orçamento de Estado, qualquer consulta no sítio da Assembleia da República revelará que, desde o ínicio da legislatura, o PCP apresentou 54 projectos de lei enquanto o CDS apresentou 26 e que o PCP apresentou 15 pedidos de apreciação parlamentar de diplomas do governo enquanto o CDS apresentou um.
Coisa feia, muito feia, menino Diogo."
"Leio no Público de hoje que Diogo Feio, deputado e Vice-Presidente do CDS, no contexto de declarações suas em defesa de uma aliança com o PSD, veio afirmar que o PCP «continua na mesma política de sempre - não apresenta uma proposta e está sempre contra as propostas apresentadas». É certo que já vem de longe este bolorento truque de não se gostar das propostas de outros mas preferir dizer que não existem. Mas, ainda assim, nada desculpa a visceral desonestidade deste Diogo (se não gosta, não coma!) que, por esta infame via, está mesmo a pedir chuva. De facto, para ilustração geral, e sem contar com propostas de alteração ao Orçamento de Estado, qualquer consulta no sítio da Assembleia da República revelará que, desde o ínicio da legislatura, o PCP apresentou 54 projectos de lei enquanto o CDS apresentou 26 e que o PCP apresentou 15 pedidos de apreciação parlamentar de diplomas do governo enquanto o CDS apresentou um.
Coisa feia, muito feia, menino Diogo."
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Quando somos pequeninos
Gosto muito da Madeira.
Sempre que posso, vou lá passar uns tempos para desfrutar da ilha. Também tenho amigos madeirenses que prezo e que hoje lhes liguei para saber se estava tudo bem.
E liguei, porque quem tenha ido à Madeira, apesar de gostar da vista da ilha, das pessoas e de tudo o mais, também reconhecia que mais cedo ou mais tarde, caso houvesse uma tragédia, iria haver problemas, como os que há agora...
Isto mostra o quão pequenos nós somos, quando absorvidos pela força da água.
Também mostra que o planeamento de que a Madeira foi alvo nos últimos tempos não foi o melhor.
Aos homens e mulheres da ilha, a minha força e a vossa vontade de renascer outra vez...
Sempre que posso, vou lá passar uns tempos para desfrutar da ilha. Também tenho amigos madeirenses que prezo e que hoje lhes liguei para saber se estava tudo bem.
E liguei, porque quem tenha ido à Madeira, apesar de gostar da vista da ilha, das pessoas e de tudo o mais, também reconhecia que mais cedo ou mais tarde, caso houvesse uma tragédia, iria haver problemas, como os que há agora...
Isto mostra o quão pequenos nós somos, quando absorvidos pela força da água.
Também mostra que o planeamento de que a Madeira foi alvo nos últimos tempos não foi o melhor.
Aos homens e mulheres da ilha, a minha força e a vossa vontade de renascer outra vez...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
A decadência
Como é que o maior partido da oposição consegue ter três candidatos a Presidente?
E como é que desses três, dois são seguidores da política até então preconizada pela actual Presidente?
E como é que havendo três candidatos, se pode sempre argumentar a liberdade de discussão e opinião dentro do partido, se as ideias são tão diferentes?
Como é que há um Conselho Nacional em que um dos seus membros mais importantes sai a meio do mesmo, porque não tem paciência para "aquilo"?
E como é que, num momento de tensão política preparado para provocar eleições antecipadas, o PSD ainda procura por alguém que o tente salvar?
Uma coisa é certa. A decadência é certa e a melhoria do sistema democrático português é uma falácia cada vez maior...
E como é que desses três, dois são seguidores da política até então preconizada pela actual Presidente?
E como é que havendo três candidatos, se pode sempre argumentar a liberdade de discussão e opinião dentro do partido, se as ideias são tão diferentes?
Como é que há um Conselho Nacional em que um dos seus membros mais importantes sai a meio do mesmo, porque não tem paciência para "aquilo"?
E como é que, num momento de tensão política preparado para provocar eleições antecipadas, o PSD ainda procura por alguém que o tente salvar?
Uma coisa é certa. A decadência é certa e a melhoria do sistema democrático português é uma falácia cada vez maior...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A vergonha, ou a falta dela...
Está na moda em Portugal arranjar toda e qualquer maneira de colocar Sócrates na rua. É sintomático e evidente que a comunicação social, a opinião pública, mas sobretudo os partidos da oposição uniram-se, questionando tudo e todos, como se fosse o PS o verdadeiro responsável pelo clima de caos organizativo, judicial e legislativo que o nosso país padece.
Ver o PSD e o CDS-PP pugnar pela ausência de liberdade de imprensa, quando foram eles que silenciaram Marcelo Rebelo de Sousa mostra uma de duas coisas: falta de vergonha ou esquecimento.
O esquecimento não é, porque até foi há bem pouco tempo, logo só sobra a falta de vergonha. E falta de vergonha, porque sedentos de poder, os partidos da direita, aproveitando a não-maioria do PS, tudo fazem para regressar ao poleiro onde também andaram nos útlimos anos.
E é esta falta de vergonha, alicerçada no apoio da comunicação social, que vamos caminhando para o abismo e somos sempre comparados com a Grécia. E é com esta falta de vergonha que os portugueses perdem o interesse em quem deveria tratar deles, ou seja, os políticos.
Tudo o que tem vindo à baila serve para distorcer as ideias de quem deveria servir os portugueses e ter também a exigência de melhorar o que foi feito desde o 25 de Abril.
Entrar nestas quezílias políticas, para servir interesses partidários e não nacionais, mostra a pequenez e o provincianismo que nos são tão próprios. Não lutam para melhorar, mas sim para piorar. E para isso, não contem comigo...
Ver o PSD e o CDS-PP pugnar pela ausência de liberdade de imprensa, quando foram eles que silenciaram Marcelo Rebelo de Sousa mostra uma de duas coisas: falta de vergonha ou esquecimento.
O esquecimento não é, porque até foi há bem pouco tempo, logo só sobra a falta de vergonha. E falta de vergonha, porque sedentos de poder, os partidos da direita, aproveitando a não-maioria do PS, tudo fazem para regressar ao poleiro onde também andaram nos útlimos anos.
E é esta falta de vergonha, alicerçada no apoio da comunicação social, que vamos caminhando para o abismo e somos sempre comparados com a Grécia. E é com esta falta de vergonha que os portugueses perdem o interesse em quem deveria tratar deles, ou seja, os políticos.
Tudo o que tem vindo à baila serve para distorcer as ideias de quem deveria servir os portugueses e ter também a exigência de melhorar o que foi feito desde o 25 de Abril.
Entrar nestas quezílias políticas, para servir interesses partidários e não nacionais, mostra a pequenez e o provincianismo que nos são tão próprios. Não lutam para melhorar, mas sim para piorar. E para isso, não contem comigo...
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